Andando na contramão
De antemão, peço desculpas aos riobranquenses apaixonados pelo clube. Mas a notícia de que a Prefeitura de Americana quer municipalizar o Estádio Décio Vitta coloca a cidade na contramão dos tempos modernos. Enquanto muito se fala em todo o Brasil sobre a necessidade de investir cada vez mais recursos da iniciativa privada nos estádios do país, Americana quer seguir o caminho inverso.
Dinheiro público tem de ser usado para a coletividade. E o Rio Branco, faz tempo, deixou de representar uma maioria em Americana. Quer prova? Vá a um jogo, seja ele de qual divisão for, e conte o número de torcedores sentados nas arquibancadas. Isso mesmo, conte! Porque é possível contar, tão poucos são os que ainda mantém viva a chama de amor incondicional pelo clube.
O futebol do Rio Branco deve seguir seu caminho, continuar vivo, mas andando com as próprias pernas. Se o futebol profissional do clube hoje tem dificuldades até para manter o seu estádio, de custo mensal estimado em R$ 20 mil, a responsabilidade tem de recair sobre os ombros daqueles que o administraram - bem ou mal, julgue quem quiser - nos últimos anos ou décadas, de acordo com a análise individual sobre quando começou a derrocada financeira.
Só o que há de certo é que o contribuinte americanense, aquele que tem de pagar para assistir aos jogos, não pode pagar a conta.
Dinheiro público tem de ser usado para a coletividade. E o Rio Branco, faz tempo, deixou de representar uma maioria em Americana. Quer prova? Vá a um jogo, seja ele de qual divisão for, e conte o número de torcedores sentados nas arquibancadas. Isso mesmo, conte! Porque é possível contar, tão poucos são os que ainda mantém viva a chama de amor incondicional pelo clube.
O futebol do Rio Branco deve seguir seu caminho, continuar vivo, mas andando com as próprias pernas. Se o futebol profissional do clube hoje tem dificuldades até para manter o seu estádio, de custo mensal estimado em R$ 20 mil, a responsabilidade tem de recair sobre os ombros daqueles que o administraram - bem ou mal, julgue quem quiser - nos últimos anos ou décadas, de acordo com a análise individual sobre quando começou a derrocada financeira.
Só o que há de certo é que o contribuinte americanense, aquele que tem de pagar para assistir aos jogos, não pode pagar a conta.
Marcadores: estádio, Prefeitura, Rio Branco










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